::.. CARNAVAL 1996 - S.R.C.S.E.B.F.S. BARROCA ZONA SUL................................
FICHA TÉCNICA
Data:  não consta
Ordem de entrada:  não consta
Enredo:  O Pão Nosso de Cada Dia
Carnavalesco:  não consta
Grupo:  1
Classificação:  3º
Pontuação Total:  281,5
Nº de Componentes:  não consta
Nº de Alegorias :  ,
Nº de Alas :  não consta
Presidente:  José Augusto Faustino
Diretor de Carnaval:  não consta
Diretoria de Harmonia:  não consta
Mestre de Bateria:  Mestre Bolão e Mestre Bagulé
Intérprete:  Bernadete
Coreógrafo da Comissão de Frente:  não consta
Rainha de Bateria:  não consta
Mestre-Sala:  não consta
Porta-bandeira:  não consta
SAMBA-DE-ENREDO
VERSÃO ESTÚDIO

BARROCA ZONA SUL

COMPOSITORES: SÔNIA GALVÃO/ BETO CARECA/ TUKINHA DO CAVACO

 

ELA VEM...

BARROCA UMA ESTÓRIA VAI CONTAR

COMO É FEITO O NOSSO PÃO

DA PEDRA QUENTE AO FORNO

À LENHA É TRADIÇÃO

DESDE OS TEMPOS DE OUTRORA

ESSE ALIMENTO ERA CONHECIDO

 

SE DESCOBRIU NA PRÉ-HISTÓRIA

QUE AQUELE GRÃO PODERIA SER COZIDO

 

E QUEM NÃO VIU VAI VER

PADEIRO NA PALMA DA MÃO

PÃO COM MANTEIGA HOJE EM DIA É PRA VALER

E A TORRADINHA SEMPRE É A SOLUÇÃO

 

E NA GRÉCIA ANTIGA

PÃO DE CENTEIO

FOI A PRIMEIRA VEZ, QUE SE FEZ

VÁRIAS FORMAS E ORIGENS

O ALIMENTO QUE ELE NOS DEU

OH! CRIADOR...

COMI O PÃO QUE O DIABO AMASSOU

NA SIMPLICIDADE DA VIDA

É A FORÇA DO TRABALHADOR

 

RODA GIRA BAIANA ÔÔÔÔÔ

VEM TRAZER SUA PUREZA

SABEDORIA E SAÚDE

VERDE E ROSA QUE BELEZA.

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autor: José Carlos Lisboa

 

INTRODUÇÃO

As famílias da pré-história já conheciam o pão. Alimento básico da humanidade há milênios, sofreu poucas transformações através dos séculos. Primitivamente, cozido um a um sobre pedras quentes, chega hoje à produção em escala industrial sendo que no espaço de uma hora, só um forno é capaz de cozer até três mil pães.

PARTE I - O PÃO QUANTO À ORIGEM

- Gênesis capítulo III - Deus expulsa Adão do paraíso: "Com o suor do teu rosto comerás o pão, até que voltes à terra donde fostes tirado..." "Comereis pães ázimos durante sete dias..." diz Moisés instituindo a páscoa entre os hebreus (ázimo, do grego significa: seu fermento). Está ligado à fuga do Egito esse hábito dos hebreus de alimentarem-se exclusivamente de pães ázimos durante as festas religiosas. Devido à pressa de saírem do Egito, tiveram que partir levando pães que ainda não haviam fermentado.

Não é só por causa da bíblia que sabemos a idade do pão. Escavações arqueológicas revelaram que muito antes de Moisés o pão já era conhecido. Por volta do ano 10.000 a.C., os povos que habitavam a região da atual Suíça já fabricavam uma espécie rudimentar de pão, cozido entre duas pedras quentes.

- A leitura da bíblia leva-nos a crer que os Hebreus foram os responsáveis pela descoberta e divulgação da massa fermentada.

- Os egípcios famosos agricultores e divulgadores da cultura de cereais, modernizam a técnica da fabricação do pão. Pinturas encontradas sobre tumbas de reis que viveram há cerca de 2.500 anos a.C., mostram como funcionava o sistema egípcio. Um conjunto de pedras acionado à mão triturava os grãos. Reduzido a farinha, o trigo era peneirado, libertando-se de cerdas e farelos. Misturado com água transformava-se numa substância mole, amassada em grandes vasilhas de barro. O cozimento era feito em moldes também de barro, pré-aquecidos.

- Na Grécia o pão é aprimorado aparecendo, então, o pão de cevada, com e sem fermento. Lá também foi feito, pela primeira vez, o pão de centeio enriquecido com aromas. Os gregos também foram os primeiros a cuidar da pastelaria e várias espécies de biscoitos. No período precedente à chegada dos romanos, conheciam 72 espécies de pão e bolo.

PARTE II - O PÃO DO DIA A DIA

- No café da manhã: Pão com manteiga

- No chá das cinco: Torradas

- No drink: Canapés

- Para o povo, os políticos dão: Pão e circo

- Para os juristas: pão, pão! Queijo, queijo!

- Para os pobres: O pão que o diabo amassou.

- Para as mulheres: "É dos carecas que elas gostam mais".

De várias formas e origens, o pão faz parte do dia a dia do homem, seja como alimento, material ou espiritual.

Basicamente confeccionado com elementos brancos retirados da natureza (trigo, água, sal) o pão é também símbolo da pureza e da sabedoria que iremos representar através das nossas baianas, com vestes alvas simbolizando a pureza e, por serem as mais velhas senhoras da nossa agremiação, são por conseguinte as mais sábias.

Assim, a Barroca Zona Sul, apresentará no Carnaval de 1996, o pão, nas suas mais variadas situações reais, subjetivas ou filosóficas figurativas.

 

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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