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As margens do Rio Saracura
Um português se instalou
Na sua lenda meu Bexiga apelidou
O negro é livre mas já foi fujão
Que Bela Vista a Paulista do barão
Entre negociantes e viajantes
Italianos e imigrantes
Trazem sua tradição
Na fé, na proteção da padroeira
Misturou raças e a cultura brasileira
Liberdade, boemia
A Bela Vista vem e vem você também
Cantar São Paulo em poesia
Reduto de esportistas geniais
Palco de artistas e poetas imortais
Nas ondas da comunicação
O centro financeiro da nação
Se quer comer, beber
Dançar, se divertir
A coqueluche é aqui
Se quer São Paulo conhecer
Vem no Bixiga prá ver
Vem meu amor
Eu sou VAI-VAI eu sou Bixiga
Vem cantar, extravasar
Hoje a festa é na avenida.
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