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Moça alegre negra
Do canto das lavadeiras
África em Valença
Tina, do reizado, do jongo
Curimas e pastoris, eu canto
Tina, Quelé do Povo!
Vida sem fé não a via
O valor não se perdeu
O valor não se perdeu
A ela, a glória sorria
A Mocidade empodera essa voz
Que ela é mulher rainha
Alegre, vinde da cor
Nega-veia, Clementina
Filha de Zambi impôs
Arte com sua beleza
Cantou o som dos calados
"Qual uma flor"
Rompeu espinhos
"Rosa Dourada",explodia
Do Carambita,a Oswaldo Cruz
Pés de Mangueira
Oooo marinheiro só
Venha vadiar, marinheiro só
Eu não sou daqui
"Ma tô" aqui no samba
Cadê ocê Quelé, cadê?
Cadê Quelé Clementina
Feita pra vadiar eu estou aqui
Na morada, Clementina.
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