::.. CARNAVAL 2000 - S. CACHOEIRA IMPÉRIO DO SAMBA................................
FICHA TÉCNICA
Data:  05/03/2000
Ordem de entrada:  3
Enredo:  Carnaval Festa Profana - Alegria do Povo
Carnavalesco:  não consta
Grupo:  3 - Oeste
Classificação:  9º
Pontuação Total:  78,5
Nº de Componentes:  não consta
Nº de Alegorias :  ,
Nº de Alas :  não consta
Presidente:  não consta
Diretor de Carnaval:  não consta
Diretoria de Harmonia:  não consta
Mestre de Bateria:  não consta
Intérprete:  não consta
Coreógrafo da Comissão de Frente:  não consta
Rainha de Bateria:  não consta
Mestre-Sala:  não consta
Porta-bandeira:  não consta
SAMBA-DE-ENREDO

Compositores
Compositor: MARCO ANTÔNIO

 

BRILHA O SOL É CARNAVAL

FESTA PROFANA

O REI MOMO ANUNCIA

SÃO TRÊS DIAS

REI BACO LIBERTA A FOLIA

DOCE ILUSÃO

NA SATURNAL O POVO VESTE FANTASIA

TRAZ PRA RUA A EMOÇÃO

NO RITUAL DA DANÇA E DA MAGIA

EXPLODE CORAÇÃO DE ALEGRIA

SEDUÇÃO

O MASCARADO DÁ O TOM

DA SIMPATIA NO SALÃO

NA SAGA DA FASCINAÇÃO

O LUXO DO SONHO CONTAGIA

NOS TEARES DA PAIXÃO

A PRIMAZIA DA CELEBRAÇÃO

 

BATE O BUMBO ZÉ PEREIRA

É O ENTRUDO PORTUGUÊS NA BRINCADEIRA

BATE FORTE, INCENDEIA

A LUZ DA POESIA ENCANDEIA

 

ARLEQUIM, PIERRÔ E COLOMBINA

SOB UM MANTO DE CONFETE E SERPENTINA

RANCHOS, BLOCOS E CORDÕES

O DESFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA

MARAVILHA! QUE ESPLENDOR!

JÓIA DE RARA BELEZA

O MUNDO INTEIRO ENCANTOU

 

EU VOU BALANÇAR

NA CADÊNCIA DO SAMBA

EXTRAVASAR SEMEANDO O AMOR

LÁ VOU EU

NA CACHOEIRA IMPÉRIO DO SAMBA.

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autor:

 

Acalentado pelo sol de verão, o mesmo que brilha, ilumina a Cachoeira, a fantasia e ilusão.

Os sonhos e alegria explodem quando chega fevereiro, celebrando o mês do Carnaval, marca a celebração eventualmente para março.

Nessa época do ano, o ritmo do samba, cultivado nos bairros populares, inunda as cidades em ondas sucessivas de alegria, toma conta das largas avenidas, praças e clubes e acaba por contagiar o país inteiro.

Os donos maiores dessa grande festa, sem dúvida, as Escolas de Samba, que passam um ano inteiro preparando-se para desfilar por horas apenas, no maior espetáculo cenográfico popular do mundo, assistido por milhares de pessoas.

Sob o olho atento do povão, o Rei Momo, um homem gordo, muito gordo e sempre sorridente, anuncia solenemente que está aberto o carnaval.

Hoje eu vou vestir alegria, vou afogar a dor, mergulhar na fantasia, ser profano nesta Cachoeira Império do Samba, neste mar de amor.

É hora de deixar as tristezas de lado e abraçar a folia, sair às ruas, desfilar na passarela, cantar, sambar, dançar, pular e abraçar a poesia.

A cidade se transforma numa grande festa, onde a palavra de ordem é esta: Deixa Sambar os Cinco Dias de Carnaval.

Conta-se que o Carnaval teve origem no Egito, dois mil anos antes de Cristo. Foi inspirado, segundo alguns autores, em rituais das festas do Boi Ápis e de Ísis.

Os gregos, duas vezes por ano, entregavam-se às festas do Rei Baco ou Dionísio - "Deus do Vinho" - aquele que liberta o espírito de qualquer cuidado e afugenta a mágoa.

Seu cortejo beirava a loucura; as damas não coravam ao receber propostas indecentes e de coroar as menos honestas. Os homens, disfarçados em pans, sílenos e sátiros, eram donos de mil gestos bizarros, simulando as loucuras da embriaguez.

Nas gaias tais foram os abusos, que o Senado promulgou um decreto, para remediar a orgia.

Há quem diga que o Carnaval provém diretamente dos saturnais (antigas festas em honra de Saturno). Os romanos celebravam com elas a virada do ano da primavera. No princípio só duravam um dia, mas ordenou o Imperador Augusto, que durariam três dias. Calígola aumentou-lhe 24 horas.

Durante estas festas, os senhores perdiam o poder sobre os escravos, tudo era liberdade, alegria e prazer.

No começo do cristianismo a Igreja procurou dar novo espírito a essas festividades, punindo com rigor os mais enlouquecidos.

O carnaval reaparece na Idade Média, em Veneza, onde era festejado com delirantes manifestações de alegria.

As damas elegantes usavam máscaras, ocultando o rosto, a fim de serem escolhidas pelos cavalheiros. Fizeram da mesma um instrumento de sedução. Amava-se de máscara. Zé Pereira, um português com seu bumbo iniciou no Brasil o carnaval. No início uma perigosa brincadeira: o entrudo que os portugueses trouxeram dos Açores e no qual predominavam algumas manifestações de alegria, que beiravam à violência, batalhas eram de ovo cru, de cartuchos de pó, de panelas, de vários líquidos, de tremossos, milhos, feijão, soprados por tubos, areia, quinquilharias e sobretudo, litros e litros de água e urina.

De proibição em proibição, o entrudo foi decaindo até o desaparecimento.

Sua diluição obedecera a um processo; primeiro os projéteis utilizados nas batalhas foram substituídos por flores de todos os tipos, tornando-se mais gentil e sentimental. Além disso, não causavam danos físicos, ao contrário das vassouras, borbotões de água e até mesmo pancada com objetos de madeira, deram lugar ao limão de cheiro.

Eram pequenos e inofensivos, recipientes que continham água perfumada com pequena quantidade. Também o limão de cheiro, foi substituído, sucedendo-se a lança-perfume, mais refinado e galante, cujo custo e abuso se consagraram em pouco tempo.

Descendentes legítimos do entrudo são ainda as serpentinas, os confetes, o talco e a farinha de trigo. Outros recursos e brincadeiras foram criando-se com o tempo, amplas evoluções do próprio Carnaval ou por foliões espirituosos e engenhosos. A tradição da fantasia foi acentuando-se cada vez mais no decorrer dos tempos. E hoje o desfile das escolas de samba é o maior espetáculo da Terra.

 

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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