::.. CARNAVAL 2000 - G.R.C.E.S. FLOR DA ZONA SUL................................
FICHA TÉCNICA
Data:  05/03/2000
Ordem de entrada:  4
Enredo:  A Utopia Com Que Ousamos Sonhar
Carnavalesco:  não consta
Grupo:  3 - Oeste
Classificação:  6º
Pontuação Total:  94,5
Nº de Componentes:  não consta
Nº de Alegorias :  não consta
Nº de Alas :  não consta
Presidente:  não consta
Diretor de Carnaval:  não consta
Diretoria de Harmonia:  não consta
Mestre de Bateria:  não consta
Intérprete:  não consta
Coreógrafo da Comissão de Frente:  não consta
Rainha de Bateria:  não consta
Mestre-Sala:  não consta
Porta-bandeira:  não consta
SAMBA-DE-ENREDO

Compositores
Compositores: SÔNIA GALVÃO/ TUKINHA DO CAVACO

 

É CARNAVAL

UM CANTO FORTE ECOA NO AR

CACIQUEANDO VEM OS DONOS DA TERRA

A FLOR TEM HISTÓRIA PRA CONTAR

 

ATRAVESSANDO O MAR

O EUROPEU AQUI CHEGOU

TROUXE A CRENÇA E A CULTURA

SE FEZ SOBERANO E COLONIZADOR

CALOU O CANTO DO NEGRO

NO PROGRESSO DA NAÇÃO

ERA UM TEMPO DE ESCRAVIDÃO

 

É RAÇA COM GRAÇA

NUM COLORIDO SUTIL

NO GINGADO DA MULATA

A FESTA É SUA MEU BRASIL

 

VEM SONHAR

COM IGUALDADE SOCIAL

ACREDITAR NO AMANHÃ

NA LIBERDADE EM ALTO ASTRAL

SER FELIZ NESSA ODISSÉIA MILENAR

DESVELAR A UTOPIA DO BRASILEIRO

SONHAR, SORRIR E CANTAR.

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autora: Maria José dos Campos Pereira

 

A Escola Flor da Zona Sul estará trazendo para o carnaval do ano 2000, um tema ligado à nossa história e que tem reflexos nos dias atuais: o povoamento do Brasil, a formação do povo brasileiro, a partir do índio, do branco europeu e do negro africano, dando um enfoque especial a este último.

Inicialmente, apresentará índios e índias, os primeiros donos desta terra.

A seguir, a chegada do branco europeu - o português - que atravessa o Atlântico, aqui chegando em suas caravelas.

Finalmente, apresenta o homem africano que para cá é trazido como escravo coisificado, chamado de "peça" pelos brancos, visto como mercadoria e como força de trabalho, desprovido de sua condição de ser humano. Ele é a mão-de-obra da produção açucareira, a partir do século XVI, e da produção aurífera, a partir do século XVIII.

A escola mostrará as relações entre brancos e negros que são peculiares do povo brasileiro, simbolizados pelas relações entre as sinhás, sinhazinhas e suas mucamas.

Como mensagem final e mais importante, a Escola mostrará que o escravo de ontem é, via de regra, o homem pobre de hoje: o homem que vive na marginalidade social, o indivíduo que vive da economia informal, tanto na zona rural, como na zona urbana, desvelando a utopia com que ousa sonhar: que este mesmo escravo de ontem que é o homem pobre de hoje, será o homem rico de amanhã, o homem plenamente inserido na sociedade, e, finalmente, compartilhando das riquezas brasileiras que ele desde o princípio, ajudou a construir.

 

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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