::.. CARNAVAL 1996 - G.R.C.E.S. FLOR DA ZONA SUL................................
FICHA TÉCNICA
Data:  18/02/1996
Ordem de entrada:  5
Enredo:  Quilombos
Carnavalesco:  não consta
Grupo:  4
Classificação:  9º
Pontuação Total:  33,0
Nº de Componentes:  380
Nº de Alegorias :  3,
Nº de Alas :  12
Presidente:  Philomena Conceição Militão
Diretor de Carnaval:  não consta
Diretoria de Harmonia:  não consta
Mestre de Bateria:  não consta
Intérprete:  Samanta
Coreógrafo da Comissão de Frente:  não consta
Rainha de Bateria:  não consta
Mestre-Sala:  Arsênio
Porta-bandeira:  Dalma
SAMBA-DE-ENREDO

PASSO DE OURO
COMPOSITORES: LUCIANO JOSÉ SANTOS/ ROGÉRIO FRANCISCO DE MEDEIROS

 

SURGIU NO MAR UMA ESTRELA, YEMANJÁ RESPONDEU

O NEGRO É FRUTO DO AMOR, QUE OXALÁ CONCEDEU

É RENOVAÇÃO DO TEMPO, É SIMPLICIDADE E PAZ

ESSE AXÉ QUE FOI DEIXADO, PELOS NOSSOS ANCESTRAIS

 

ZUMBI Ô!Ô!

VIAJANDO NAS HISTÓRIAS

DO PASSADO DE UM MUNDO ATRASADO

ONDE O PROBLEMA ERA A COR (ERA A COR)

 

ONDE HAVIA ESCRAVO E O ÍNDIO NÃO ERA BEM VINDO

POIS NÃO DIVIDIAM AMOR

DEVIDO A EXISTÊNCIA DO RACISMO, TUDO ERA MAIS DIFÍCIL

O POVO NÃO SE OLHAVA COMO IGUAL

VIVIAM PELO MESMO OBJETIVO, PRA TORNAR MAIS LENITIVOS

SE AGRUPARAM EM ORGANIZAÇÃO TRIBAL – AI QUILOMBO!

QUILOMBO FOI CRIADO NESTA ERA

ONDE AS LINDAS PRIMAVERAS COLORIAM O BRASIL

PENA QUE POR TRÁS DESSA BELEZA, EXISTIA UMA TRISTEZA

ERA UM CENÁRIO SOCIAL RUDE E HOSTIL

 

MAS MESMO ASSIM FOI SUPERADO COM FIRMEZA

E ATÉ HOJE É CONHECIDO POR AQUI

TEMOS NA VEIA O SANGUE QUENTE QUILOMBOLA

MESMO COM FINAL DO ANGOLA, DOS PALMARES E ZUMBI

 

FELICIDADE NÃO RAIOU TÃO FÁCIL ASSIM

FOI MUITAS GUERRAS, CRISES, FUGAS E INGRATIDÃO

MAS NOSSO NEGRO LUTOU FIRME E CONVICTO

DURANTE QUATRO SÉCULOS DE INTENSA ESCRAVIDÃO

 

É COMOVENTE A HISTÓRIA DO NOSSO PASSADO

QUANDO O NEGRO REFUGIADO COM OS ÍNDIOS SE JUNTOU

APÓS O ESCRAVO TER DEIXADO OS PORTUGUESES

PRA BUSCAR A LIBERDADE QUANDO AQUI DESEMBARCOU

 

Ô, Ô! Ô, Ô! Ô, Ô

OURO DE MINAS QUE A INGLATERRA ENRICOU

Ô, Ô! Ô, Ô

SALVE OXUM, SALVE YEMANJÁ, SALVE OGUM, SALVE XANGÔ.

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autor:

 

1 - QUESTÕES ESSENCIAIS

A sociedade branca não era viável para o escravo e o índio. Não havia lugar para eles em tal organização social, de modo que a sua única alternativa de sobrevivência era a organização tribal de suas comunidades originárias, uma tradição transmitida ao longo de gerações cativas que simultaneamente absorviam o conhecimento técnico do branco no exercício de suas tristes ocupações.

A história da mão brasileira é a história de nossas nações negras, e desconhecê-las é não saber quem somos e nem onde estamos, realmente.

Quem não tem história não tem rosto, quem não tem rosto não sabe quem é, não tem destino, nem lugar.

O Quilombo é o modo autenticamente brasileiro de enfrentar organizadamente um cenário social hostil. É um contexto social alternativo, o sinal de uma surpreendente vocação popular brasileira para a democracia.

Do nosso ponto de vista, os Quilombos constituíram e constituem um dos fatos sociais mais importantes na formação da sociedade brasileira. Porque o espírito quilombola, o modo quilombista de ser, de sobreviver e de viver, subsiste no povo brasileiro, com muita força e sob vários aspectos.

O mais importante deles é o aspecto físico: milhões de afro-brasileiros, afro-índios e até brancos, são descendentes próximos ou longínquos de antigos habitantes dos quilombos.

Oprimido e negado, de fato e de direito, o nosso povo sempre recorreu ao sistema de quilombo para garantir a subsistência material e a sobrevivência espiritual, cultural e racial, impondo métodos, tradições e conhecimentos ancestrais ou mestiços, recriados para resistir à escravidão e a servidão direta no passado; e à exploração e opressão de hoje.

Grandes movimentos sociais e políticos nativistas, nacionalistas e sociais-progressistas de diversas nuances foram realizadas por Quilombos, a partir de Quilombos ou dentro do espírito dos Quilombos.

Todas as densas ações espirituais e artísticas, autenticamente brasileiras, desde 1.500 até nossos dias, tanto populares como eruditas, afloram das mais variadas formas nos mais variados pontos, em todos os momentos, em variedades de grupos de nossa gente. Sistema de resistência de criação e de nacionalização.

Ação integradora, sincretizadora, sintetizadora, renovação com continuidade orgânica e vital, os Quilombos foram centros de retomada de conservação e de irradiação de culturas ancestrais, mudando-lhes, muitas vezes, as formas, porém, conservando-lhes e desenvolvendo-lhes o conteúdo, adaptando-o a novas circunstâncias e aos novos conhecimentos e recursos na medida exata em que as pessoas que os compunham adaptavam-se ao meio imediato em que passavam a viver em liberdade e a interagir com este e entre si.

No mais, trezentos anos depois da destruição oficial de N'Angola Janga (Nova Angola ou Pequena Angola), conhecida como Palmares e da morte de N'Ganga N'Zumbi (Zumbi) seu último governante supremo e líder mais conhecido.

2 - O QUE MOSTRAREMOS

Em geral, quando se pensa em Quilombos, pensa-se em meia dúzia de pessoas negras, amedrontadas, escondidas em matos e capoeiras, fugindo do cativeiro de mãos vazias e completamente vulneráveis, ignorantes e desprovidas de quaisquer recursos.

É certo que uma grande quantidade de Quilombos iniciou-se assim, com meia dúzia de pessoas, mas esta imagem não condiz com a realidade dos Quilombos como fato e fenômeno global.

Em primeiro lugar, porque aquelas pessoas não eram ignorantes. Embora condenadas ao trabalho forçado, elas eram a mão-de-obra especializada de sua época, motor da economia, além de serem profundas conhecedoras da natureza, estando, portanto capacitadas a extrair do meio onde se encontrassem pelo menos os recursos mínimos das quais necessitassem.

Em segundo lugar, porque as fugas de escravos para a formação de Quilombos, não se deram apenas nos locais e nas épocas em que os senhores se encontravam no apogeu de seu poder.

Períodos de guerras, de epidemias, de crises econômicas, de divisões na oligarquia dominante, propiciaram oportunidades a que, às vezes, grandes massas de pessoas escravizadas pura e simplesmente se retirassem das áreas de controle dos senhores.

Existiram, também, as situações em que estes mesmo senhores levados pelos motivos expostos acima, retiravam às pressas, deixando para trás os escravos se revoltavam e se recusavam a partir, conquistando assim, a Liberdade.

Temos que ter presente que a escravidão direta no Brasil durou quase quatro séculos, durante os quais foi sendo estabelecido a sociedade brasileira, cuja composição foi mudando durante todo este tempo variando de lugar para lugar, fazendo com que variassem também, as condições, o tipo e as capacitações dos escravos que quando fugiam, formavam Quilombos que refletiam também estas transformações.

A capacidade de adaptar-se ao meio e adaptá-lo, ora recuando para formas mais simples de vida, ora lançando-se a formas mais avançadas do que as que tinham na condição de escravidão e, quase sempre, combinando formas simples e avançadas, devido às condições de liberdade e as exigências de defesa e sobrevivência, como dizíamos, este grande maleabilidade, de partir sempre das raízes, mudar as formas e voltar às raízes, sem nunca romper com estas, constitui a alma, o cerne do espírito quilombista, que permitiu, durante toda a nossa história, a criação de enormes quantidades de quilombos, tão variados em seu modo, mas tão iguais em seu conteúdo e objetivos.

Consta que o primeiro contingente de escravos trazidos para o Brasil fugiu logo na chegada, indo morar com os índios. Vemos assim que o primeiro passo da colonização portuguesa trouxe também, o primeiro passo da rebelião negra e do espírito quilombista.

Daí em diante, este movimento de ação e reação nunca cessou.

Mesmo os pequenos Quilombos variavam muito, pois, havia aqueles em que poucas famílias viviam de maneira bastante primitiva, ou mais atualizada.

Viviam da cata, da caça, da pesca, do plantio, da criação, de produção para a troca com povoados "brancos" distantes, mineravam ouro e pedras preciosas, que vendiam a contrabandistas, faziam ataques às áreas "brancas" ou assaltavam viajantes e tropeiros, praticando a pilhagem como guerrilhas de sobrevivência; em busca de meios de manutenção, armas, libertar outros escravos, vingar-se dos senhores, resgatar mulheres negras escravas para com elas casarem, porque como os escravagistas traziam da África uma massa maior de homens do que de mulheres, naturalmente era maior o número de escravos do sexo masculino que fugiam e iniciavam os Quilombos.

Aí, começa um fato importantíssimo na formação do Brasil, porque assim como entre os negros havia uma maioria esmagadora de homens formando os Quilombos entre os sobreviventes dos índios, acossados fugindo dos predadores e exterminadores, havia uma maioria de mulheres. No entrosamento entre os dois setores, o casamento de mulheres índias com homens negros foi o início sólido do surgimento do "Cafuzo", mestiço do negro com índio, a mistura entre as vertentes culturais negro africana e indiamericanas, tão iguais em sua essência e tão diversificadas em suas manifestações particulares.

Grandes ou pequenos os Quilombos estruturavam-se a partir das relações familiares e de laços de parentesco mais amplo, afinidades, necessidade de apoio mútuo, sólidas amizades, respeito aos mais velhos e mais experientes, liderança baseada na capacidade prática para os devidos tipos de atividades, ressaltando entre estas as práticas para os devidos tipos de atividades, ressaltando entre estas as práticas religiosas de caráter tradicional, mágicas, pois, quase sempre os quilombistas guiavam-se basicamente pelas entidades afro-índias, que entre outras coisas, davam-lhes as diretivas fundamentais e ensinavam-lhes as técnicas produtivas, curativas e defensivas.

Conforme a época, o lugar, as pessoas envolvidas e a correlação de força entre senhores e escravos, houve Quilombos em regiões distantes dos centros de poder branco, outros mais próximos ou até dentro das próprias cidades "brancas".

Tudo isto fez com que, no tempo de sua existência os Quilombos tivessem fora de seus domínios a imagem de serem lugares misteriosos, maravilhosos e divinos para a população que continuava escrava ou oprimida pela oligarquia "branca". Horripilante e demoníaca para aquela oligarquia e para que os que eram dominados espiritualmente por ela.

Por viverem tão mergulhados na natureza e em tão estreita relação com as forças sobrenaturais, de maneira tão bem sucedida, os quilombos eram imaginados como seres fantásticos, sobre humanos, meio diabólicos ou meio celestiais.

Estas imagens, às vezes favoreciam e às vezes prejudicavam aos quilombos e aos quilombolas pois por um lado, geravam amor, apoio, respeito e temor, mas por outro lado, geravam medo, pânico, ódio e desejo de destruí-los a qualquer custo.

Isto sem contarmos as favelas, mocambos e alagados, que sempre têm muito de Quilombos e, volta e meia, aqui e ali, insurgem-se e consolidam códigos e modos de viver próprios.

É que infelizmente, para a maioria pobre do nosso povo, principalmente para os negros, mestiços e índios, a simples abolição da escravidão direta não mudou as relações sociais de forma necessária e satisfatória, obrigando-os a procurar formas próprias de se defender e sobreviver.

A sociedade brasileira foi criada por um grupo reduzido de indivíduos poderosos única e exclusivamente para lhes dar lucros. A nossa elite surge para servir a uma implacável orientação colonialista. Ela é a voz e o braço de uma metrópole que manipula os destinos do tecido social segundo suas necessidades. Nossa terra é, "zona de influência" de seu poder. Uma nação nasce do acordo entre indivíduos livres que unem suas forças para, juntos criarem instituições que lhes facultem progredir e realizar seus sonhos e garantir o futuro de seus descendentes. Nossos senhores não foram líderes, mas capatazes. Milhões de nós trazem consigo o sangue, os traços e o modo de ser de pessoas capturadas, trazidas para cá e, ao longo de quatrocentos anos exploradas e tratadas como seres sub-humanos enquanto que da dor de seu sacrifício anônimo nações inconscientes e remotas se enriqueceram (foi com o ouro de Minas Gerais que a Inglaterra financiou sua Revolução Industrial e mudou o destino do mundo).

O brasileiro nascer servo, não cidadão.

A única forma de organização e proteção que o escravo, o não-cidadão (a qualquer um que não fosse da elite oligárquica era um não-cidadão) pôde desenvolver para assumir o pleno direito ao exercício de sua dignidade humana foi o Quilombo. Negros, brancos e índios têm na história de suas famílias antepassados que escaparam ao cativeiro e passaram a viver e trabalhar em comunidades solidárias em terra-de-ninguém. Era a coisa óbvia a ser feita. O país era grande e pouco povoado, e ocupá-lo exigia justamente os conhecimentos técnicos detidos pela população escrava. Uma certa coragem e determinação também eram necessárias e a justa revolta com uma sujeição estúpida cedo ou tarde calavam mais fundo que o medo do desconhecido.

Os fugitivos, atingindo um lugar propício, passavam a trabalhar não pelos benefícios de um cortesão explorador, mas por sua dignidade comum, por uma possibilidade de futuro para si e para os seus.

A nação brasileira surge com o Quilombo.

Porque a vocação natural do ser humano para a cidadania (a elaboração racial de seu poderoso instinto gregário para fortalecê-lo) expressa-se historicamente, no Brasil, pela criação dos Quilombos.

A nação brasileira foi criada por seus escravos.

Milhares de cidades brasileiras surgiram assim, pois houve inúmeros Quilombos, médios, pequenos e grandes. Muitos deles prosperaram e foram tomados de seus fundadores pelo apaniguados do poder central. A liberdade e o progresso tão duramente conquistados foram novamente roubadas de seus detentores de direito pelas forças da opressão, e quantos direitos sociais não estão nos tirando, neste momento, em nome de uma pretensa modernidade que só beneficia, aqui e lá fora, a uma minoria? Há poucos, lá em cima e sempre os mesmos. Nossa luta, também, não mudou. Muda o cenário, muda a conversa. Só os tempos, parece, quase não mudarem.

Mas os escravos, agora, são outros. Não pensam, não sentem, são mudos. Os poderosos não precisam de braços, tem tenazes. Não precisam de pés, têm rodas. A sede de liberdade e respeito de seus sevos não lhes ameaça mais o sono. Cada vez mais mãos e talentos não encontram ocupação e legiões crescentes de pessoas se esgueiram pelas ruas de cidades que já foram as suas cidades e hoje são apenas o cenário indiferente de sua degradação.

O que se fará de tantos esquecidos?

Haverá lugar para a solidariedade comunitária no sôfrego individualismo contemporâneo? Será que o nosso luxo não fez de nós seres ainda mais bárbaros do que os nossos ancestrais?

Eles fundaram nações. E nós? O que estamos destruindo para criar?

Uma coisa é certa: se não sentimos como naturalmente nossas dignidade e a liberdade (e não é genuinamente livre que olha com pavor para o futuro), então a escravidão está de volta às nossas vidas.

3 - A FORÇA DOS ORIXÁS, EM AUXÍLIO AOS QUILOMBOS

Oxum e Yemanjá, forças que predominam nas águas.

Ogum, força criadora de caminhos, de transformação pelo trabalho e de imposição pela guerra.

Oxumarê, princípio da esperteza, conhecimento do que está oculto e do impulso da união dos contrários para a reprodução.

Omulú e Obaluayê, força da cura, da renovação do interior dos corpos e da destruição.

Oxalá, poder supremo, primeira e principal vibração essencial de Olorum: O todo Universal, infinito, imenso e eterno.

Exú, a manifestação particularizada, de cada um dos Orixás, Espíritos ancestrais das diversas espécies animais e vegetais.

Estas forças espirituais, em suas versões africanas, índias ou mescladas com uma dose de catolicismo popular, eram conhecidas e cultivadas pelos quilombolas, o que fazia, como já vimos, que chegassem a serem confundidas com elas.

Por exemplo, no nordeste, desde séculos antes de as estórias de Zoombies antilhanos chegaram ao Brasil, através da imprensa, do cinema e da televisão, muita gente acreditava, como muitos acreditam até agora, que Zumbi era um fantasma, uma espécie de alma penada muito poderosa, generosa e vingativa, que habita as matas.

"Barbado", "Pai do Mato", "Caipora", "Saci Pererê", "Caboclos D'Água e tantas outras formas de manifestação das forças espirituais, eram vistas como sendo formas assumidas pelos quilombolas enquanto vivos ou por seus espíritos depois de mortos.

É verdade que muitos deles eram versados nas artes mágicas, podendo "envultar-se", teleportar-se, ter os corpos fechados, ver além do tempo e do espaço presente, etc.

Mas as massas de habitantes dos quilombos eram pessoas comuns de seu tempo e de seu meio, contidas na ação dura e continuidade de trabalho produtivo metódico e criativo, engrandecidos pela liberdade de poder dispor de si mesmas, amadurecidas pela responsabilidades que isto acarretava.

Ao fugirem para formar os Quilombos e depois ao viverem neles, as pessoas não eram movidas por ideais de liberdade mais ou menos abstratos. Eram movidas pelo desejo de sobrevivência física, mental, espiritual, podendo pertencer a si própria, ter suas famílias, viver a seu modo e praticar suas crenças.

Por isso não eram tão práticas, tão criativas, tão obstinadas, tão espertas, tão valentes e tão fortes.

A todas elas prestamos aqui a nossa homenagem, reverenciando as suas vidas e as suas ações, preciosas e heróicas, conscientes de sermos, em grande medida, conseqüência de suas existências e parte de sua herança.

 

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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