::.. CARNAVAL 1995 - G.R.C.E.S. UNIÃO SANTA CRUZ................................
FICHA TÉCNICA
Data:  26/02/1995
Ordem de entrada:  3
Enredo:  Senhoras e Senhores, Respeitável Público
Carnavalesco:  não consta
Grupo:  Seleção - B
Classificação:  2º
Pontuação Total:  96,0
Nº de Componentes:  não consta
Nº de Alegorias :  ,
Nº de Alas :  não consta
Presidente:  não consta
Diretor de Carnaval:  não consta
Diretoria de Harmonia:  não consta
Mestre de Bateria:  não consta
Intérprete:  não consta
Coreógrafo da Comissão de Frente:  não consta
Rainha de Bateria:  não consta
Mestre-Sala:  não consta
Porta-bandeira:  não consta
SAMBA-DE-ENREDO

UNIDOS DE VILA MARIA
COMPOSITORES: BORBA/ CHICÃO/ CAPRI

 

O CIRCO CHEGOU, É SORRISO DE CRIANÇA

COLORINDO NOSSOS SONHOS, SEMEANDO ESPERANÇA

 

VEM VIVER A ALEGRIA NESSA TENDA COLORIDA

ONDE A ARTE FAZ A EMOÇÃO

BALANÇANDO O CORAÇÃO DA GALERA TÃO QUERIDA

MÁGICOS E GRANDES DOMADORES, TRAPEZISTAS VOADORES

SÃO TALENTOS VERDADEIROS

DE CARA PINTADA PROVOCANDO GARGALHADA

O PALHAÇO É O REI DO PICADEIRO

 

PULA, PULA, PIPOCA

SALGADINHO, AMENDOIM

ALGODÃO DOCE, QUERO UM PRA MIM

 

E NESSE CLIMA DE FELICIDADE

A BANDA TOCA UM SAMBA LINDO E ENVOLVENTE

VOVÓ ENTÃO RELEMBRA SUA INFÂNCIA

COM LÁGRIMAS NOS OLHOS, MAS CONTENTE

AS LUZES SE APAGAM E ACENDEM REFLETORES

SENHORAS E SENHORES ATENÇÃO

 

RESPEITÁVEL PÚBLICO PRESENTE

A SANTA CRUZ É ATRAÇÃO.

 

SINOPSE DO ENREDO
O Grêmio Recreativo
Autores: Roberto Szaniecki e Edward Moraes

 

Quando se ouve falar "o circo vem aí" nossos olhos brilham só de pensar nas maravilhas que vão chegar, pois o circo é um lugar de sonho e magia, onde reina a alegria que não tem porta, tem portal e este portal nos transporta da dura realidade para uma dimensão onde reina a felicidade.

Tamanha é a magia que envolve este universo, que a pipoca pula de alegria e transforma-se em flor, a doce nuvem do algodão nos envolve em tamanho clima de tranqüilidade que flutuamos, levados pelo vento que faz girar os cata-ventos, junto aos balões prateados e coloridos, que povoam a entrada deste mundo encantado.

O bilhete é comprado, passaporte para transpor a fronteira entre a realidade e o sonho; a bandinha toca nos convidando a entrar, entramos na tenda toda decorada com estrelas prateadas, onde nos espera o mestre de cerimônias que diz: "Senhoras e senhores, respeitável público!"

A bandinha entra, nada se escuta, sequer a sua voz, apenas a entrada as bailarinas madrinhas trazendo as atrações que cada uma representa.

E a bandinha toca...

Um "frison" se instala na platéia, um misto de medo e emoção, entra o domador e seus leões, imponentes e majestosos, tensão no público, mas tal qual cordeirinhos, as feras obedecem a seu amo.

E a bandinha toca...

Entram imponentes os elefantes, ricamente adornados, conduzidos por graciosas odaliscas que inebriam os espectadores; que virá agora? Belos alazões que saltam com graça e leveza, montados por garbosos domadores, trotam alegremente, dão voltas e deixam o picadeiro. Alegrem-se crianças! olhem que adoráveis poodles adentram em cena, saltando, correndo, equilibrando bolinhas na pontinha do focinho, latindo alegremente para os ursos que já vem chegando, para subir nos tambores e fazer acrobacias.

Toca bandinha, toca...

Sob a lona colorida, o público chora, ri, aplaude, a criança procura conforto no colo dos mais velhos, que viram crianças sacudindo a barriga de tanto rir, comendo pipocas e amendoins, mas surgem os trapezistas, um oh!!! surpreendente agita o público, prendem a respiração, parecem pássaros, voando no céu de lona, fazendo piruetas, ganhando assobios, palmas e pedidos de "bis", mal refeitos da emoção, o público aguarda com entusiasmo os atiradores de facas, jogando com a vida, confiando na firmeza e na precisão de suas mãos, um erro, um piscar de olhos, uma falta de atenção representa perigo e graves ferimentos; e a bandinha toca os pratos, o público delira, mas se encanta com o farfalhar das sedas e a ansiedade dos equilibristas de pratos, executando acrobacias com pratos de porcelana firando numa varinha, uma nuvem de pombos entra em revoada, é a chegada dos mágicos e suas caixinhas de surpresas transformam em lenços suas bengalas, lindos coelhinhos saem de suas cartolas e desaparecem numa nuvem de fumaça.

E a bandinha continua a tocar...

Milhões de gargalhadas, muita algazarra, risos mil, cores em profusão, vendendo alegria, tome de baldes d'água, calhambeques desmontando, correrias, sustos, tombos, baldes cheios de confetes jogados no público em meio a confusão geral, e digamos: "hoje tem marmelada? hoje tem goiabada? e o palhaço o que é? é ladrão de mulher?" alegria, riso, brincadeira, sorrisos de criança que cada um de nós tem dentro de si.

O show vai acabar, a bandinha toca, toca, e torna a tocar, a melodia fica dentro de nós e nunca morre porque: "Senhoras e senhores, respeitável público"

UM DIA O CIRCO VOLTARÁ

A proposta do enredo é mostrar o Circo, a mais antiga expressão de arte popular, suas origens, e seus derivados, a arte de representar, até nossos dias.

O circo traz o mundo até nós, na miscigenação de povos distante, seus usos e costumes, culturas diversas, propagando sua arte.

Deixemo-nos levar pela magia, pelo sonho, pelo lúdico, esquecendo as agruras da vida. No picadeira, a vida é mais bonita, muito mais colorida.

 

FANTASIAS


No h contedo para este opo.



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